domingo, 3 de outubro de 2010

Participe de abaixo-assinado em favor da liberdade religiosa

Participe da campanha do 
Portas Abertas Internacional
"Free to believe"

BRASIL (*) - Seguindo uma mobilização global organizada pela Portas Abertas Internacional, o underground, ministério de jovens da Missão Portas Abertas, inicia hoje a campanha Free to Believe, que tem o objetivo de arrecadar assinaturas em todo o país para unir-se a milhões de outros cristãos ao redor do mundo para se posicionar contra a Resolução da Difamação da Religião.


A campanha visa alertar sobre o perigo dessa resolução que tem sido apresentada na Organização das Nações Unidas desde 1999. Ela apoia as leis muçulmanas como a de apostasia e condena qualquer atitude considerada contra o islamismo. Quem mais sofre com essas leis são as minorias religiosas, principalmente os cristãos.


A Organização da Conferência Islâmica, que compreende 57 países, sendo a maioria de população muçulmana é quem está por trás dessa resolução e deverá apresentá-la à Assembleia Geral da ONU em dezembro, mas é muito importante que ela não seja aprovada este ano.


Com o passar dos anos, o apoio a essa resolução vem diminuindo porque os países que inicialmente a apoiavam estão desistindo aos poucos. Alguns países como o Brasil se abstiveram de votar. Por isso devemos orar para que as autoridades brasileiras se posicionem contra essa resolução, uma vez que ela fere completamente o direito de escolha religiosa dos cidadãos.


Acesse a página da campanha e assine a petição eletrônica em favor dos milhares de cristãos que enfrentam diariamente restrições e perseguição por conta da intolerância religiosa, principalmente por parte dos muçulmanos.


Você também poderá fazer download de alguns recursos como vídeos, apresentação em powerpoint e arquivos para fazer um marca-página. Além disso, você pode imprimir o abaixo-assinado quantas vezes quiser e distribuir para muitas pessoas. Quanto mais assinaturas coletarmos, mais chance existirá para que essa resolução seja derrotada.


O escritório da Portas Abertas dos Estados Unidos levará o abaixo-assinado para a ONU. Por isso, é importante que todas as assinaturas cheguem aos nossos cuidados até o dia 22 de novembro, pois enviaremos somente os que recebermos até esta data.


Contamos com sua ajuda na divulgação da campanha para o maior número de pessoas possível. Assine e incentive seus amigos, familiares e irmãos a participar também. Você pode fazer diferença na vida dos cristãos perseguidos.


Diga SIM à liberdade religiosa e NÃO para a Resolução da Difamação da Religião.



* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo. 

                                       Missão Portas Abertas

domingo, 8 de agosto de 2010

Deus como nosso Pai

INTERNACIONAL - Ser pai não é uma tarefa fácil. Cuidar das responsabilidades da casa, liderar a família, sustentar os filhos, ser conselheiro, ter autoridade. Quando Deus instituiu a família, Ele decidiu que o homem deveria ser o cabeça, e ser exemplo.

Em dias em que a sociedade está tão conturbada e os valores deturpados, há um exemplo de pai que deve ser seguido. DEUS é o maior exemplo do amor, do cuidado, da autoridade e da liderança de um pai. Ele nos chama de filhos, e nos faz co-herdeiros com o Primogênito de muitos irmãos, Jesus Cristo.

Quando lemos as histórias de nossos irmãos da Igreja Perseguida, vemos que os agressores atingem primeiro o homem da casa; o pai, o marido, sabendo que assim provavelmente desestruturarão toda a família, pois a viúva não terá mais de onde conseguir sustento, e a igreja ficará sem seu líder espiritual. É para essas pessoas, abandonadas, violentadas, agredidas, desconsoladas que Deus se revela mais como Pai. Ele é amoroso, e com esse amor traz nova esperança para o coração de famílias que perderam aquele que lhes dava a direção e os pastoreava.

A segurança alcançada ao compreendermos a revelação de Deus como nosso Pai presente, sempre perto, dá forças e renova as esperanças de milhares de cristãos, que anseiam por um abraço e um consolo.

Que nesse dia dos pais você, que tem um pai perto, cristão, possa louvar ao Senhor por ele. Se você não tem um pai, ou se ele está distante de você, agradeça a Deus pelo Pai que temos nEle, um pai com o qual sempre poderemos contar. Independente de qual for sua situação, ORE por milhares de famílias que perderam os líderes de sua casa, simplesmente porque ele manifestava a glória de Deus em sua comunidade.

Nunca se esqueça: “E lhes serei Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas", diz o Senhor Todo-Poderoso” (2 Coríntios 6.18).

Leia a entrevista com Joseph Hovsepian, que gravou um documentário contando a história do martírio de seu pai, Haik Hovsepian.

                                                       Missão Portas Abertas


sábado, 8 de maio de 2010

"Ainda amo Jesus. Mas não posso demonstrar"

7/5/2010 - 14h21

ÁSIA CENTRAL - Lola e Alfia moram na mesma rua em um vilarejo da Ásia Central. A maior parte da vila é muçulmana, embora muitas pessoas não sejam praticantes.

Lola contou que, um dia, correu a notícia no vilarejo de que algumas pessoas se distanciaram da tradição e começaram a adorar o deus russo (ou seja, se tornaram cristãs). O pensamento corrente era: “Claro que eles tinham recebido dinheiro dos estrangeiros! Por que então uma pessoa poderia querer o cristianismo?”

Alfia, sua vizinha, ficou sabendo da fofoca e ficou curiosa. Ela foi à casa de Lola para tomar chá e começou a fazer perguntas.

Lola conta: “Imagine a surpresa que ela teve quando soube que eu e toda a minha família tínhamos nos convertidos também. Ela tinha muitas perguntas e eu tentava respondê-las da melhor maneira que podia. Uma grande amizade começou entre nós. Assistimos juntas ao filme Jesus, lemos o Novo Testamento e oramos. Uma vez o pastor veio visitar minha família e Alfia também veio. Naquela tarde ela entregou sua vida para o Senhor Jesus. Ela estava com muita vontade de aprender mais, então ela com frequência vinha para minha casa e a de outros cristãos”.

Desconfiança em casa

Depois de um tempo, no entanto, o marido dela ficou desconfiado e quis saber o que Alfia estava fazendo. Ele revirou a casa e encontrou a Bíblia e os materiais de estudo bíblico da esposa.

Ele ficou furioso e confrontou Alfia, proibindo-a de ter qualquer contato com cristãos. Ele queimou a Bíblia e os livros de estudo, trancou Alfia em própria casa, deixando-a isolada de qualquer contato com o mundo exterior.

Depois de um tempo, ele permitiu que Alfia saísse de casa, mas controlava cada passo que ela desse. Ficou praticamente impossível para ela ter qualquer contato com os cristãos. Ela não ousava mais visitar a casa de Lola, por temer as consequências.

Os parentes do marido de Alfia ficaram preocupados com a reputação da família, e a irmã do marido foi ao mulá para discutir a situação. Ele decidiu confrontar Alfia em público e convocou o vilarejo para uma reunião.

Alfia teve que ficar em meio a todos e, ao ser interrogada, responder muitas perguntas. Havia hostilidade no ar. Os parentes de Alfia estavam contra ela, seu marido fazia pressão, o mulá a pressionava para renunciar a sua fé. Tudo era muito pesado para ela. O que aconteceria se ela decidisse manter a sua fé publicamente? Ela apanharia mais ainda do seu marido? Ele se divorciaria dela? Ele a mataria? Ela seria expulsa de casa? Como ela sobreviveria como uma rejeitada? Se ela perdesse tudo e todos, quem tomaria conta dela?

Várias e várias vezes as perguntas bombardeavam Alfia. Várias vezes o mulá a pressionou para abandonar o cristianismo e voltar ao islã. Ela, por fim, cedeu à pressão e tornou-se muçulmana novamente.

Mas ainda amo Jesus

Lola conta: “Quase não vi Alfia depois disso. Eu sei que ela sofre com a decisão de negar a Jesus. Ela o ama com todo seu coração, mas teme profundamente as consequências de professar sua fé publicamente. Eu sei que ela ainda ora muito; ela também ora por nós cristãos daqui do vilarejo”.

Por conta da pressão de familiares e amigos, recém-convertidos ao cristianismo abandonam Jesus. Treinar e discipular essas pessoas é uma forma de ajudá-las a resistir ao assédio e perseverem fiéis em Cristo.



Tradução: Cecília Padilha



Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Adolescente cristã escreve carta ao presidente pedindo ajuda

20/4/2010 - 14h53

EGITO (20º) - A Agência de Notícias Assyrian International (AINA) relata que Dina el-Gohary, uma adolescente de 15 anos, ex-muçulmana, foi atacada por muçulmanos fanáticos, em mais uma tentativa de amedrontar seu pai, Maher el-Gohary.

A matéria conta que diversos fatwas (decreto de lei muçulmano) foram emitidos, ordenando que o sangue de Maher el-Gohary fosse derramado. Isso mostra como a vida dessa família está em constante perigo.

De acordo com Mary Abdelmassih, autora da matéria, Dina contou que, há três semanas, quando ela saiu com seu pai de seu esconderijo em Alexandria para comprar água, sua jaqueta foi incendiada quando jogaram ácido nela.

“Meu pai tirou minha jaqueta rapidamente, antes que o fogo chegasse aos meus braços”, ela diz. “Desde então, tenho muito medo de sair às ruas, acompanhada de meu pai, ou não.”

Dina escreveu uma carta para o presidente Mubarak, implorando para que ele “salve sua família” e permita que eles saiam do Egito. Ela já havia escrito uma carta para o presidente Obama.

A adolescente perguntou para o presidente, que se tornou avô há pouco tempo: “Você aceitaria que sua neta vivesse nas mesmas condições que eu? Eu não tenho casa, vivo com medo quando saio na rua, não tenho amigos, nem escola”.

Ela conta que “por causa de seu amor por Jesus” ela deixou sua mãe muçulmana e foi viver com seu pai cristão, abandonando a escola onde era perseguida pelos alunos e professores.

Maher el-Gohary explicou as terríveis dificuldades que enfrentam, sendo caçados a toda hora, sofrendo muitas ameaças. “Só estamos vivos hoje pela Graça e Proteção de Deus.”

“Por que eles confiscaram os nossos passaportes? O que fizemos de errado?”, questiona Dina. “A única coisa que fizemos é amar Jesus de todo o nosso coração e nos converter ao cristianismo.” A adolescente deixou claro que qualquer atitude do governo para forçá-los a abandonar o cristianismo será em vão.

“Nós nunca vamos abandonar o cristianismo e nunca, jamais, voltaremos para o Islã. Jesus está simplesmente gravado em nossos corações”, ela diz.


Tradução: Missão Portas Abertas



                                                                               Fonte: ANS

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Recepcionista é afastada do trabalho por mandar email de oração

INGLATERRA (*) - A recepcionista que estava processando seus empregadores por discriminação religiosa após uma disputa sobre um email de oração ficou feliz com a resolução do caso. O caso de Jennie Cain foi apoiado pelo The Christian Institute.

A discussão teve início em janeiro do ano passado, quando a filha de Jennie, Jasmine, na época com cinco anos, foi repreendida por sua professora por falar sobre sua fé cristã com outra criança.

Quando soube do ocorrido, Jennie enviou um email particular para os irmãos de sua igreja, pedindo oração por causa do incidente.

O email foi enviado do computador particular de Jennie, fora do expediente, utilizando sua conta pessoal de email.

No entanto, o email chegou às mãos do diretor Gary Read, que abriu uma investigação contra Jennie por comportamento não profissional.

Eles ordenaram que ela ficasse afastada de seu emprego por quatro meses, antes de receber um aviso por escrito. Em agosto, Jennie abriu um processo trabalhista por discriminação religiosa.

O processo foi aberto contra a escola primária Landscore e seu diretor, Gary Read.

Sean Kehoe, um dos advogados que representou Jennie, afirmou: “Ninguém conseguiu responder a simples pergunta sobre o que Jennie fez de errado”.

Esta semana, os envolvidos no caso chegaram a um acordo, e Jennie está de volta ao seu emprego.

Tradução: Missão Portas Abertas

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.


                                           Fonte: International Christian Concern

domingo, 4 de abril de 2010

Sofrimento, vergonha e fé fortalecida

3/4/2010 - 06h34

BANGLADESH (45º) - Meu nome é Kanok Sarkar (32). Meu sofrimento começou no dia em que meu pai soube que minha mãe estava grávida de mim.

Eu nasci numa família rica em Hetalbinia, Khulna. Meu pai era dono de propriedades, enquanto minha mãe tomou para si a responsabilidade de dedicar todo o seu tempo e energia em casa. Meus pais desfrutavam de uma boa posição na sociedade, e eles eram um casal feliz. Isso era antes de eu entrar em suas vidas.

Meu pai queria que minha mãe abortasse, mas ela se negou a fazer isso e decidiu fugir. Ela fugiu para a casa de seus pais, onde eu vi a luz do dia. Eu nunca vi meu pai, nem mesmo a sua sombra. Mas, o amor da minha mãe por mim era mais que o suficiente.

Jesus na minha família

Tempos depois, quando eu já era casado e pai, um grupo da Igreja Evangélica Amigos veio ao nosso vilarejo. Eu abri a nossa casa para eles, e eles falaram sobre a salvação de Deus. Essa ideia era uma novidade pra mim. Durante aquele tempo, minha esposa, Manisha, e eu, sempre orávamos, clamávamos, e confessávamos os nossos pecados para muitos deuses (hindus). Apesar de tudo aquilo, nós nunca tivemos paz. E acabamos frustrados e desesperados.

As visitas se tornaram cada vez mais freqüentes. Algumas vezes, eles cantavam e oravam a Deus. Eles compartilharam conosco o ilimitado amor de Deus. Nós não conseguíamos entender, até o dia em que alguns missionários vieram do Nepal, para a nossa alegria. Após cantar lindos louvores, eles falaram sobre Jesus Cristo, que foi o único capaz de carregar os nossos pecados sendo Ele inocente. Na cruz, Ele renunciou a sua vida por nós.

Esta era uma história nova para mim, e eu me alegrei em ouvir isso. Eles também disseram que Jesus desejava entrar em nossos corações se nós O aceitássemos, crendo e recebendo a Ele como nosso Salvador. “Vocês estão dispostos a recebê-lo hoje em seus corações?”.

Eu vi a minha mãe sendo a primeira a levantar a mão e ir à frente para orar. Minha esposa e eu fomos em seguida e recebemos o presente da salvação (em 10 de março de 2008). Estendendo suas mãos sobre nossas cabeças, os missionários oraram por nós. Esta foi a experiência mais incrível pra mim.

Naquele dia, Jesus se tornou parte da nossa família. Nossos irmãos e irmãs em Cristo vinham regularmente e traziam lições sobre o batismo. Sem desfalecer, Manisha e eu recebemos o batismo nas águas num lago próximo (em 15 de abril de 2008). Então desistimos dos ídolos.

O preço de ser diferente

Nossa comunidade não aceitou a nossa conversão. A pressão dos aldeões começou logo após o nosso batismo. Os vizinhos pararam de falar conosco, parecia que nós morávamos sozinhos numa pequena ilha.

Apesar de tudo, nós continuamos firmes em nossa nova fé. Eu fui ao escritório do meu pastor e comprei uma Bíblia bem grande. Minha mãe, faminta por conhecer mais de Deus, leu todo o Novo Testamento, enquanto nós servíamos nossos clientes em nossa barraca de chá. Então, ela começou a compartilhar a Palavra de Deus com nossos clientes.

Eu comecei a levar outros livros. Os livros The Honey Person Jesus (A doce pessoa de Jesus*) e Correct Way (Caminho Certo*) eram bem populares e nós demos alguns aos nossos clientes na nossa barraca de chá, que eu tinha aberto há algum tempo com a permissão dos meus tios. Quando eles souberam da nossa conversão ao cristianismo, a atitude deles em relação a nós mudou.

Uma vez, nós precisamos de um dinheiro para criar uma extensão da nossa barraca de chá para podermos acomodar mais clientes. Nossa igreja com bondade nos ajudou com seu empenho. Mas, meu tio, após ouvir isso, correu para nossa casa. “Porque vocês estão fazendo isso sem a minha permissão?”, ele replicou.

Embora eu tenha admitido que errei neste aspecto, meu tio exigiu que tirássemos a nossa barraca de chá naquele mesmo dia. Procuramos a ajuda do meu pastor, ele nos aconselhou a orarmos e sermos pacientes. Após alguns dias, ele e sua esposa encontraram meu tio e pediram – em nosso favor – que permitisse a barraca de chá em sua terra. Contudo, meu tio insistiu que deveríamos nos mudar imediatamente. Minha família e eu não tínhamos escolha, a não ser remover a nossa barraca de chá – nossa única fonte de renda.

Minha verdadeira família

Eu tentei trabalhar no campo, mas ninguém no vilarejo quis me contratar, porque eu era um cristão. Eu tentei alugar um espaço e começar um pequeno negócio, mas não obtive sucesso.

Era uma frustração após a outra se acumulando. Minha avó descobriu que estava com câncer no fígado e eu fui forçado a pegar um empréstimo a fim de tratá-la na Índia. Pouco tempo depois, ela partiu (em 2008). Eu fui deixado sem emprego, com uma enorme dívida para pagar, com uma família de luto e de estômago vazio. Minha confiança estava quase se desgastando.

Com muita vergonha no coração, eu compartilhei minha situação com meu pastor. No dia seguinte, a igreja me enviou arroz, batata, sal, óleo e cebola. Foi algo inesperado. Eu serei eternamente grato a Deus e a Sua igreja.

A Portas Abertas também me ajudou a ter uma pequena loja de conveniências. Agora está indo muito bem, e recebemos clientes até as 22h. Deus mudou a minha vida totalmente. Eu sou grato à Portas Abertas pela ajuda que me deram.

Minha fé em Cristo está fortalecida agora, e Ele restaurou a minha confiança como um pai, e sustentou minha família. Mesmo em tempos de abundância, eu oro a Ele, compartilho os meus pensamentos e desejos, e realizo a sua vontade.

Para me lembrar sempre do que Jesus fez por mim, eu fiz uma cruz de bambu e a pendurei em frente a minha casa. Essa cruz irá me lembrar sempre que eu não sou mais dono da minha vida, e se eu tiver que sofrer por Jesus, eu farei isso. Eu desejo aprender mais da Bíblia e pregar as Boas Novas. E quero ser um soldado fiel de Cristo. Orem por mim.

Pedido de oração:

1. Kanok está sendo treinado na Escola Dominical de professores. No momento, ele está congregando em sua igreja local e tem aula na Escola Dominical quatro dias na semana. Ore para que a criatividade e a força de Deus estejam com ele neste ministério.

2. Ore para que ele e a sua família continuem firmes em Cristo, apesar do isolamento e discriminação que eles viveram no vilarejo.

3. Vamos pedir a Deus que prospere a loja de Kanok para que ele se torne uma fonte de bênção na comunidade.


* Livros não publicados no Brasil.


Tradução: Eliane Gomes dos Santos




                                                 Fonte: Portas Abertas

domingo, 28 de março de 2010

Quando um cristão foge de seu país, a Igreja encolhe

26/3/2010 - 06h22

INTERNACIONAL - Os sites de notícias e jornais dessa semana divulgaram com algum destaque que, em 2009, os afegãos foram os que mais buscaram asilo em outros países. Iraquianos e somalis ocupam as duas posições seguintes no relatório de 2009 da Acnur (Alto Comissariado da ONU para Refugiados).

Foram 26 mil os cidadãos do Afeganistão que buscaram refúgio em outros países. No Iraque foram 24 mil e na Somália, 22,5 mil.

O cenário de guerra talvez seja o mais marcante traço em comum dos três países. Mas, há outra particularidade que marca essas nações: elas fazem parte da lista dos 50 países em que há mais perseguição aos cristãos.

O site da Acnur informa que “são refugiados as pessoas que se encontram fora do seu país por causa de fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, opinião política ou participação em grupos sociais, e que não possa (ou não queira) voltar para casa. Posteriormente, definições mais amplas passaram a considerar como refugiados as pessoas obrigadas a deixar seu país devido a conflitos armados, violência generalizada e violação massiva dos direitos humanos.”

Fortalecidos para ficar
As imagens de devastação causada pela guerra e pelo terrorismo que costumam aparecer na televisão parecem ser motivos mais que suficientes para que milhares de pessoas tenham tomado a decisão de deixar sua terra natal. Mas, quantas delas fizeram isso porque, além de vivenciarem todo o horror da guerra, sentem-se perseguidas pelo simples fato de serem cristãs?

Talvez não seja possível responder a essa pergunta de modo imediato, mas, seja qual for esse número, ele representa pessoas a menos na Igreja desses países.

Os projetos da Portas Abertas têm por objetivo justamente fortalecer os cristãos perseguidos, para que eles perseverem na fé e continuem a ser sal e luz em suas comunidades.

Não é possível julgar os motivos que levam um afegão, um iraquiano ou um somali a deixar sua pátria, sua família ou, quem sabe, sua igreja. Mas é possível trabalhar para que aqueles irmãos que desejam permanecer em seus países sejam fortalecidos, ao saber que não estão esquecidos, que o Corpo de Cristo se mobiliza em ação e oração para sustentá-los em suas dificuldades.

Você está convidado a engajar-se nessa causa.

Cristina Ignacio

Missão Portas Abertas