terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Autoridades norte-coreanas libertam missionário

9/2/2010 - 06h31
COREIA DO NORTE (1º) - O grupo CSW recebeu com prazer a notícia da libertação do missionário coreano-americano preso na Coreia do Norte (saiba mais), mas pede que a comunidade internacional intensifique a pressão sobre o país, em favor da libertação dos 200.000 prisioneiros que padecem nos campos de trabalho forçado da Coreia do Norte.
Missionário Robert Park

De acordo com informações internacionais, Robert Park foi considerado pálido e enfraquecido por sua família no aeroporto internacional de Los Angeles neste fim de semana.

"Celebramos a libertação, pela Coreia do Norte, de Robert Park, que chegou a Pequim esta manhã Park é ajudado por agentes consulares da embaixada, enquanto se prepara para voltar, ainda hoje, aos Estados Unidos", declarou à AFP Susan Stevenson, porta-voz da embaixada americana em Pequim.

O americano, de 28 anos, que vive em Tucson (Arizona, sudoeste dos EUA), desembarcou na manhã deste sábado no aeroporto da capital chinesa, procedente de Pyongyang.

No dia 25 de dezembro ele atravessou o congelado rio Tumen, que separa a China da Coreia do Norte.

A associação "Vida e Liberdade para todos os norte-coreanos: 2009", da qual ele é membro, informou que o americano tinha uma mensagem para o presidente norte-coreano Kim Jong-il, com pedidos de libertação para os presos políticos e a adoção de medidas para garantir melhores condições de vida e mais proteção aos direitos humanos no país.

A diplomacia americana informou na sexta-feira que a libertação de Park não foi objeto de negociação.

"A Coreia do Norte decidiu, com indulgência, perdoar e libertá-lo, depois de ter levado em consideração sua confissão e arrependimento sincero", afirmava um comunicado oficial divulgado na sexta-feira pela agência oficial KCNA.

A agência também divulgou o que apresentou como uma entrevista de Robert Park, que afirma ter sido "enganado" pela "propaganda" ocidental contra a Coreia do Norte.

"Cruzei a fronteira devido a minha compreensão ruim da República Democrática Popular da Coreia do Norte (DPRK), produto da propaganda falsa que é feita no Ocidente para prejudicar a imagem do regime", declarou o missionário, segundo a KCNA.

De acordo com a suposta entrevista, Park afirma que foi tratado de "forma cuidadosa" e reconhece que "a liberdade religiosa está plenamente garantida na Coreia do Norte".

Militantes dos direitos humanos, no entanto, duvidaram da entrevista e afirmaram que Park falou sob ameaças.

Ao chegar a Pequim, Park não fez declarações à imprensa.

Um segundo cidadão americano foi detido em 25 de janeiro por ter entrado ilegalmente na Coreia do Norte, informou Pyongyang no fim de janeiro.

Mervyn Thomas, chefe executivo do CSW, disse: “A libertação de Robert Park deve ser vista à luz do terrível histórico de direitos humanos da Coreia do Norte, em que missionários foram soltos após fazer falsas confissões sob tortura e subjugação.

Com informações da AFP

Tradução: Missão Portas Abertas

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Autoridades afirmam que libertarão missionário americano

5/2/2010 - 11h32
COREIA DO NORTE (1º) - As autoridades da Coreia do Sul e da Coreia do Norte anunciaram que libertarão o missionário americano que foi preso por cruzar a fronteira ilegalmente no Natal (saiba mais).

A agência de notícias North Central News afirmou que o governo “decidiu perdoar tolerantemente e libertar” Robert Park, levando em consideração o que chamaram de “arrependimento sincero de suas ações errôneas”. A agência relata que agora, Robert compreende que teve uma má impressão da Coreia do Norte, provocada pelo Ocidente.

A reportagem também declara que Robert disse que está convencido de que “há completa liberdade religiosa para o povo da Coreia do Norte”.

Vamos orar por esse missionário, pois não sabemos como ele está. Ore também pelas autoridades das Coreias do Sul e Norte.


Tradução: Missão Portas Abertas

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Coréia do Norte confirma prisão de ativista americano

30/12/2009 - 14h42

COREIA DO NORTE (1º) - A Coreia do Norte confirmou que o ativista americano Robert Park (saiba mais) foi detido no país na quinta-feira passada por atravessar ilegalmente a fronteira com a China, segundo informou a agência oficial norte-coreana "KCNA".

"Um americano foi detido no dia 24 de dezembro após entrar ilegalmente a Coreia do Norte através da fronteira com a China e está sendo investigado pelas autoridades competentes", indicou a agência, que não confirmou o nome nem qualquer outra informação adicional sobre o homem.

Segundo veículos de imprensa sul-coreanos, Robert Park, de 28 anos, um missionário e ativista pró direitos humanos de origem coreana, cruzou a fronteira vindo da China com o objetivo de entregar uma carta ao líder norte-coreano, Kim Jong-Il, e pedir-lhe o fechamento dos campos de trabalho norte-coreanos.

Dias antes, Park teria dito em Seul que queria a liberdade para os 23 milhões de norte-coreanos que vivem no país comunista e que, caso que fosse detido na Coreia do Norte, não queria que o Governo americano o libertasse.

De acordo com o diário sul-coreano "JoongAng", o ativista gritou ao atravessar a fronteira: "Sou cidadão americano. Trouxe o amor de Deus. Deus lhes ama e lhes abençoa".

Park é um dos representantes de grupos cristãos que condenaram a situação dos direitos humanos na Coreia do Norte e que organizaram protestos nos EUA, África do Sul e Japão em uma campanha para transmitir à opinião pública a situação no regime de Kim Jong-Il.

Em agosto a Coreia do Norte libertou dois jornalistas americanos de origem asiática, condenados a doze anos por entrada ilegal no país, graças à mediação do ex-presidente dos EUA, Bill Clinton.

Os jornalistas tinham sido detidos em março na fronteira da Coreia do Norte com a China enquanto gravavam imagens para um documentário sobre o tráfico de refugiadas norte-coreanas.

Em janeiro está prevista a viagem a Seul do enviado especial dos EUA para os direitos humanos na Coreia do Norte, Robert King, para abordar a situação no país comunista.

Ore pelo cristão Robert Park. Seus pais e amigos não sabem a situação em que ele se encontra e precisam da força que vem do Senhor. Peça a Deus que lhes dê consolo e que proteja Robert para enfrentar todas as situações.


E se fosse você?


                                                                                                                          Fonte: Efe

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ativista cristão entra ilegalmente no país para pregar arrependimento

COREIA DO NORTE (1º) - Um ativista cristão coreano-americano foi da China até a Coreia do Norte para pedir que o líder do país, Kim Jong-Il, se arrependa e liberte os prisioneiros.

Robert Park, 28, cidadão de Tucson, Arizona, EUA, cruzou o rio Tumen e entrou na Coreia do Norte sem permissão, por volta das 17h do dia 25 de dezembro. Seus companheiros ativistas que liberarão a filmagem no sábado, disseram que ele orou antes de cruzar o rio.

Robert gritou, enquanto cruzava o rio: “Eu sou um cidadão americano. Vim falar do amor de Deus. Deus ama você”, conta Jo Sung-Rae, diretor do grupo Pax Koreana.

Os companheiros de Robert disseram que ele recebeu uma visão de Deus sobre a libertação da Coreia do Norte, e acreditava que Deus queria que ele ajudasse a mostrar todo o abuso dos direitos humanos que acontece no estado comunista.

Robert Park carregava uma carta endereçada a Kim Jong-Il quando entrou no país. A carta dizia: “Eu declaro o amor e o perdão de Cristo sobre você hoje. Deus promete misericórdia e graça para aqueles que se arrependem”. Uma cópia da carta foi publicada no site da Pax Koreana.

“Ele ama você e quer salvá-lo. A você e a toda a Coreia do Norte.”

A carta pedia para que Kim Jong-Il fechasse todos os campos de concentração, libertasse os prisioneiros políticos e permitisse que grupos de ajuda humanitária entrassem no país, para distribuir alimentos e remédio.

Antes dessa entrada ousada no país, Robert serviu como missionário, ministrando para desalojados no México. Depois, ele trabalhou na China para dar assistência humanitária e espiritual para os refugiados norte-coreanos, onde deixar o país é ilegal.

O pai de Robert, Pyong Park, disse que seu filho queria uma mudança mais rápida na situação da Coreia do Norte do que a diplomacia estava alcançando. Jo, da Pax Koreana, disse que Robert já se tornou um mártir quando entrou ilegalmente na Coreia do Norte.

Pyong Park também afirmou que seu filho não tinha medo de morrer, mas estava mais preocupado que o mundo conhecesse a situação da Coreia do Norte.

Os pais de Robert receberam notícias de seu filho pela última vez em 23 de dezembro, quando ele escreveu um email: “Saibam que eu estou muito feliz. Milagres maravilhosos estão acontecendo em libertações de norte-coreanos. Veremos uma grande mudança na Coreia e em todo o mundo”.

De acordo com os governos sul-coreano e americano, existem cerca de 160.000 prisioneiros políticos em campos na Coreia do Norte. Entre esses prisioneiros, estima-se que de 40.000 a 60.000 são cristãos. Ser cristão na Coreia do Norte é ilegal.



Tradução: Missão Portas Abertas


Fonte: Christian Post

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Deus age no meio dos cristãos iraquianos


4/12/2009 - 11h38

IRAQUE (16º) - Leia os relatos abaixo e veja como Deus tem agido em meio ao povo iraquiano. Conversões milagrosas demonstram a ação do Espírito Santo

“Eu fui a uma clínica médica, mas não sabia que ela era gerenciada por cristãos. Quando estava lá esperando, vi alguns livros cristãos na sala de espera. Não fiquei à vontade com aquilo, mas tive de esperar já que precisava do tratamento. Quando fui embora, o médico me deu uma cópia do filme “Jesus” e como todos os taxistas fazem, coloquei o filme no painel do carro”, disse Malo, taxista no Iraque, que era um muçulmano fanático, mas agora é um cristão. “Duas horas depois, voltei à clínica com o rosto branco e tremendo de medo, dizendo ao médico que o filme tinha salvado minha vida.”

Malo continuou: “estava dirigindo e me vi em um posto de controle ilegal onde muçulmanos xiitas fanáticos portando armas, arrancavam as pessoas de seus carros e as matavam instantaneamente. Fiquei preso ali, sem poder escapar e entrei em pânico. Vi pessoas sendo mortas na minha frente. E então, chegou a minha vez! O atirador xiita olhou em meu carro e seus olhos estavam fixos no filme “Jesus”. Ele disse: “Este é um cristão imundo, não é um sunita, podemos deixá-lo passar”. Fui direto para casa, tremendo de medo. Assisti ao filme e fui salvo pelo testemunho e a história de Jesus Cristo. Hoje, tento presentear todos os taxistas com o filme e todo o material que possuo para distribuir.”


A história de Hamza

“Quando me converti, fui separado de minha esposa por quarto anos e orava por ela todo tempo”, conta Hamza, compartilhando sua história. “Então, o milagre aconteceu e minha esposa entregou-se ao Senhor. A partir daquele momento, nos unimos novamente e estávamos indo bem. Até aquele dia específico quando o medo se apoderou de nossas vidas. Meu cunhado veio até minha esposa com uma arma. Ele pediu que ela renunciasse sua fé em Cristo. Ela caminhou até ele e com a arma na boca disse: ‘Você pode me matar agora, mas não renunciarei a Cristo’. Após dizer isso, ele a deixou. Agora ela vive com medo e já mudamos sete vezes. As pessoas dizem que somos um incômodo para a vizinhança. Estou tão desanimado que só fico em casa sentado sem fazer nada e sentindo-me depressivo. Por favor, ore por mim e por minha esposa.”


O testemunho de Gamil

Gamil, de Bagdá, conta sua história: “Há muitos anos conheci o Senhor e fui preso e interrogado. Pediram por dinheiro para me liberar. ‘Vocês podem me matar’, eu disse. ‘Nós (minha família) não temos esse dinheiro e, de qualquer forma, vou para o céu’. Eles me levaram para o centro da cidade e pensei que eles me deixariam ir, mas eles atiraram em minha cabeça. Alguém me encontrou do outro lado da estrada e me levou ao hospital. Essas pessoas salvaram minha vida. Enquanto estava baleado e jogado na rua, tive a visão de um anjo. Ele me deu tanta paz e eu sabia que Deus estava comigo”.

Ore por esses irmãos e seus familiares para que eles sejam fortalecidos em sua fé. Peça a Deus que conforte seus corações e que eles tenham em mente que, mesmo em meio às dificuldades que enfrentam por servir ao Senhor, possam estar seguros de que não estão sozinhos e são preciosos para Cristo.
Interceda para que seus familiares, que não são cristãos respeitem sua escolha e com o testemunho de amor deles, possam aproximar-se de Jesus e desfrutar de Seu amor e cuidado. Apresente a vida desses irmãos em suas reuniões de oração e divulgue suas histórias para que assim, mais pessoas intercedam por eles.


Tradução: Missão Portas Abertas



Fonte: Portas Abertas

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pastor é expulso de Vigário Geral por traficantes

25/11/2009 - 11h52

BRASIL (*) - Quando chegou à Favela de Vigário Geral, há dois anos, para trabalhar com evangelização na Igreja Pentecostal Deus é Amor, na comunidade, o pastor Odilon Calixto da Cunha, 32 anos, não imaginava que sua vida a partir dali se transformaria num inferno. Perseguido por traficantes, que não aceitavam o fato de ele não colaborar com o crime, o pastor e sua família foram expulsos da favela.

Depois de passar a noite com a mulher e os seis filhos sob a marquise de um supermercado em Duque de Caxias, o pastor procurou a 38ª DP (Brás de Pina). Policiais foram à comunidade para que Odilon pudesse recuperar seus pertences. A casa de dois andares, tinha virado um dos ‘quartéis’ do bando: havia drogas, munição de fuzil e pistola, roupas camufladas e até uma granada abandonada pelos traficantes, que fugiram.

“Sei que não poderia ter este sentimento de revolta, mas quando meu caçula de dois anos me abraçou, sentindo frio, deitado na calçada, não pude querer outra coisa senão que todos eles sejam presos e paguem pela humilhação que nos fizeram passar. Foi muita covardia mandar minha mulher e meus filhos saírem de casa só com a roupa do corpo, sem poder almoçar a comida que estava no fogão. Quero que eles sofram”, desabafou.

Mineiro, Odilon chegou a Vigário Geral trazido por um outro pastor, que ele descobriu mais tarde, atuar como colaborador do tráfico. Comprou uma casa por R$ 12 mil e não queria que os filhos crescessem em meio a homens armados, mas só deixaria a comunidade depois que quitasse o pagamento do imóvel, que ainda não chegou à metade.

“Eles me criticavam porque eu não os apoiava. Certa vez, pediram para eu que socorresse um bandido ferido no meu carro, e eu disse que estava quebrado. Quiseram que eu levasse armas até Acari, e eu falei que jamais poderia fazer aquilo. Ofereceram frango de uma carga roubada, e não aceitei, mesmo só tendo feijão e arroz em casa. Eles diziam que outro pastor era um ‘braço’ deles e que, se eu não ajudava em nada, era porque tinha ligações com a polícia”, contou.


Polícia já tem pistas sobre três invasores da residência

No dia em que chegou a Vigário, Odilon foi ‘convidado’ a ir até a boca de fumo, onde teve que apresentar ao gerente geral do tráfico Carlos Eduardo Amorim de Oliveira, o Du Gordo, as certidões de nascimento das crianças, sua certidão de casamento, as passagens da viagem e a carteira que comprovava que era pastor.

O religioso pregava duas vezes por semana na favela e, nos outros dias, visitava comunidades, presídios ou igrejas fora da cidade. “Evitava passar perto deles, mas quando tinha que falar com os bandidos, chamava até de senhor. Meus filhos nunca brincaram na rua porque nosso mundo é muito diferente do deles, viemos da roça. Vi muita coisa triste, muita guerra, um inferno. As crianças nunca perceberam minha preocupação e agora, mesmo sem esquecer a humilhação, só quero ter paz”, disse ele, antes de carregar a Kombi que levou seus pertences para fora do Rio.

O pastor indicou os apelidos dos três bandidos que expulsaram a família, China, Pixinguinha e Átila. A polícia vai identificá-los para pedir a prisão por roubo, violação de domicílio, roubo no interior de residência, porte ilegal de arma e tráfico.


* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.



Fonte: O Dia Online

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Senado realiza enquete sobre lei de homofobia. Vote!


O site do Senado Federal está realizando uma enquete sobre a PL 122/2006. A pergunta é muito simples: “Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?” e pode responder sim ou não.

Em nome da necessidade de criminalizar a homofobia, o PLC 122/06 torna crime expressar qualquer opinião contrária ao comportamento homossexual.

O projeto de lei prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais.

Isso significa que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações e de correntes doutrinárias.

O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. Confira os principais pontos do projeto aqui.

Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, ainda prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais.

No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.

Para participar é muito simples. Acesse o site do senado e dê seu voto.

“Por amor de Sião eu não sossegarei, por amor de Jerusalém não descansarei, enquanto a sua justiça não resplandecer como a alvorada, e a sua salvação,como as chamas de uma tocha.”

Isaías 62.1 (NVI)

Leia algumas notícias publicadas anteriormente em nosso site sobre o assunto:

CNBB alerta para os perigos do PL 122/06 que tramita no Senado

Projeto quer calar cristãos criando lei da mordaça

PL 122/06: manifestantes se opõem ao projeto, mas não às pessoas


FONTE: http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5784