quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pastor é expulso de Vigário Geral por traficantes

25/11/2009 - 11h52

BRASIL (*) - Quando chegou à Favela de Vigário Geral, há dois anos, para trabalhar com evangelização na Igreja Pentecostal Deus é Amor, na comunidade, o pastor Odilon Calixto da Cunha, 32 anos, não imaginava que sua vida a partir dali se transformaria num inferno. Perseguido por traficantes, que não aceitavam o fato de ele não colaborar com o crime, o pastor e sua família foram expulsos da favela.

Depois de passar a noite com a mulher e os seis filhos sob a marquise de um supermercado em Duque de Caxias, o pastor procurou a 38ª DP (Brás de Pina). Policiais foram à comunidade para que Odilon pudesse recuperar seus pertences. A casa de dois andares, tinha virado um dos ‘quartéis’ do bando: havia drogas, munição de fuzil e pistola, roupas camufladas e até uma granada abandonada pelos traficantes, que fugiram.

“Sei que não poderia ter este sentimento de revolta, mas quando meu caçula de dois anos me abraçou, sentindo frio, deitado na calçada, não pude querer outra coisa senão que todos eles sejam presos e paguem pela humilhação que nos fizeram passar. Foi muita covardia mandar minha mulher e meus filhos saírem de casa só com a roupa do corpo, sem poder almoçar a comida que estava no fogão. Quero que eles sofram”, desabafou.

Mineiro, Odilon chegou a Vigário Geral trazido por um outro pastor, que ele descobriu mais tarde, atuar como colaborador do tráfico. Comprou uma casa por R$ 12 mil e não queria que os filhos crescessem em meio a homens armados, mas só deixaria a comunidade depois que quitasse o pagamento do imóvel, que ainda não chegou à metade.

“Eles me criticavam porque eu não os apoiava. Certa vez, pediram para eu que socorresse um bandido ferido no meu carro, e eu disse que estava quebrado. Quiseram que eu levasse armas até Acari, e eu falei que jamais poderia fazer aquilo. Ofereceram frango de uma carga roubada, e não aceitei, mesmo só tendo feijão e arroz em casa. Eles diziam que outro pastor era um ‘braço’ deles e que, se eu não ajudava em nada, era porque tinha ligações com a polícia”, contou.


Polícia já tem pistas sobre três invasores da residência

No dia em que chegou a Vigário, Odilon foi ‘convidado’ a ir até a boca de fumo, onde teve que apresentar ao gerente geral do tráfico Carlos Eduardo Amorim de Oliveira, o Du Gordo, as certidões de nascimento das crianças, sua certidão de casamento, as passagens da viagem e a carteira que comprovava que era pastor.

O religioso pregava duas vezes por semana na favela e, nos outros dias, visitava comunidades, presídios ou igrejas fora da cidade. “Evitava passar perto deles, mas quando tinha que falar com os bandidos, chamava até de senhor. Meus filhos nunca brincaram na rua porque nosso mundo é muito diferente do deles, viemos da roça. Vi muita coisa triste, muita guerra, um inferno. As crianças nunca perceberam minha preocupação e agora, mesmo sem esquecer a humilhação, só quero ter paz”, disse ele, antes de carregar a Kombi que levou seus pertences para fora do Rio.

O pastor indicou os apelidos dos três bandidos que expulsaram a família, China, Pixinguinha e Átila. A polícia vai identificá-los para pedir a prisão por roubo, violação de domicílio, roubo no interior de residência, porte ilegal de arma e tráfico.


* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.



Fonte: O Dia Online

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Senado realiza enquete sobre lei de homofobia. Vote!


O site do Senado Federal está realizando uma enquete sobre a PL 122/2006. A pergunta é muito simples: “Você é a favor da aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que pune a discriminação contra homossexuais?” e pode responder sim ou não.

Em nome da necessidade de criminalizar a homofobia, o PLC 122/06 torna crime expressar qualquer opinião contrária ao comportamento homossexual.

O projeto de lei prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais.

Isso significa que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações e de correntes doutrinárias.

O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. Confira os principais pontos do projeto aqui.

Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, ainda prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais.

No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.

Para participar é muito simples. Acesse o site do senado e dê seu voto.

“Por amor de Sião eu não sossegarei, por amor de Jerusalém não descansarei, enquanto a sua justiça não resplandecer como a alvorada, e a sua salvação,como as chamas de uma tocha.”

Isaías 62.1 (NVI)

Leia algumas notícias publicadas anteriormente em nosso site sobre o assunto:

CNBB alerta para os perigos do PL 122/06 que tramita no Senado

Projeto quer calar cristãos criando lei da mordaça

PL 122/06: manifestantes se opõem ao projeto, mas não às pessoas


FONTE: http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=5784

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Eu escolhi persistir

Por Jacqueline Collodo Gomes

A época mais fria do ano chegara sobre o vilarejo recostado às montanhas do grande vale. Um menino atrevia-se na temperatura que cortava a pele, e descia uma ladeira com passos firmes. Nenhuma outra alma viva se encontrava por aquelas ruas.


Estava trêmulo de frio, mas apertava-se em si mesmo, e seguia em frente.

Algumas pessoas o viam passando da janela de suas casas, e instantaneamente ficavam espantadas. Logo, uma multidão perplexa diante da cena estava às janelas das casas, e discutiam entre si sobre o que tão pequeno menino estaria fazendo sozinho lá fora naquele frio.

Um vizinho o reconheceu e foi à porta de sua casa chamá-lo. – Tá maluco, rapazinho? Volta pra tua casa! Você vai congelar aqui na rua!

- O meu avô está passando mal. Eu preciso chegar à farmácia. – respondeu o menino, reunindo forças para enfrentar o sopro gelado das montanhas que lhe vinha de encontro.

O homem deu de ombros para sua causa. – O seu avô já está nas últimas, menino. Não perca tempo, não se arrisque. Acha que vai adiantar o que você está fazendo? Acha que ele vai se recuperar dessa vez? Vá pra casa! Esse frio vai te deixar doente! Salve a sua vida!

Mas o menino não lhe deu ouvidos, virou as costas e seguiu andando.

À frente, outro vizinho o reconheceu, chamando-o de pronto, muito espantado: – Menino, endoidou? Olha o frio que está fazendo! Vá pra sua casa!


- O meu avô está doente, senhor. Está passando mal. Eu preciso chegar à farmácia.

O homem também tratou aquilo com indiferença:


– Menino, o que você tem na cabeça? Seu avô já está doente não é de hoje. Acha que ele vai viver muito, ou você que está querendo morrer? Vá zelar pela sua vida! Volta pra sua casa!


Mas o menino não aceitou, virou as costas e continuou seguindo em frente.


Finalmente chegou à farmácia, e por insistência das batidas à porta, protestando muito, o dono do estabelecimento veio recebê-lo; e, como todas as outras pessoas, ficou espantado ao se deparar com aquele menino em pé diante da porta, trêmulo, lutando contra o frio.


- Eu preciso desse remédio, senhor. O meu avô está doente.


O homem sentiu o seu coração apertar. Segurando a receita médica nas mãos, olhou para o menino de relance. O pequeno o olhava com determinação. Não voltaria para casa sem aquele remédio para o avô. Como o farmacêutico ia lhe dar aquela notícia? Não tinha jeito, ele teria de dizer.


- Eu não tenho essa medicação – começou o homem, sentindo um nó na garganta. - Aliás, estou com pouquíssimos remédios em estoque. Devido a este mal tempo, o caminhão de entregas não conseguiu chegar até aqui.


O menino suspirou e olhou para baixo, avistando seus pés que doíam profundamente de cansaço e desesperados por um pouco de calor.


- Tem uma farmácia no outro vilarejo, há duas quadras. Mas, menino, olha como está frio! Olhe você, tremendo de frio! Venha, entre! Eu farei um chá bem quente, e trarei um agasalho pra você. Menino, não compensa ir até tão longe!


O menino ergueu os olhos e o encarou com tranquilidade e firmeza.

- Eu já andei até aqui. Duas quadras é pouco – falou, sem pestanejar. E seguiu em frente.


Alguns minutos mais tarde o pequeno tinha nas mãos a medicação de que precisava. E todo o vilarejo o acompanhou das janelas das casas na volta para sua casa. Foi uma cena comovente. Sozinho, trêmulo, apertando-se em si mesmo para se esquentar, ele seguiu, firme.


- Mãe, eu cheguei, e trouxe o remédio para o meu avô. Como ele está?


Dois meses depois, e a mãe levava à mesa um bolo todo decorado, para a comemoração do aniversário de seu filho. Ele surgira à porta da sala, trazendo enfeites para finalizar a decoração.


- Como você vai colocar esses enfeites no alto? Precisará de uma escada. – falou o pai, procurando ajudá-lo.


O menino o olhou e sorriu com gratidão. – Não será necessário. – E, olhando para o lado, avistou algo que fez seu coração transbordar de felicidade. - O vovô é bem alto e consegue alcançar.


Então o senhor sorridente e cheio de saúde aproximou-se do neto, fez-lhe um cafuné, e tomou os enfeites para colocá-los onde o menino estava indicando.


As pessoas começaram a chegar. Todo o vilarejo viera saudá-lo, e participar com ele deste momento tão feliz. Ainda estavam admiradas com a bravura daquele menino em ter enfrentado tão baixa temperatura para socorrer o avô por quem tinha um amor tão grande.

Muitos não continham a emoção por vê-los vivos e saudáveis, e os que haviam desencorajado o menino a seguir em frente sentiam-se envergonhados, e mal podiam encará-los.


De repente a multidão não se conteve, e as pessoas começaram a questioná-lo, maravilhadas sobre como ele havia conseguido realizar aquele feito, de não ter se rendido ao frio intenso, à canseira, às propostas de desistência.


O menino olhou para cada pessoa em silêncio por alguns segundos, e foi simples como ele mesmo:

- Eu escolhi persistir.





Até a última quadra completada, não há quem determine que acabou, que não tem jeito. Até a última chance, alternativa, opção, maneira, não há quem possa dar a situação como vencida.


Siga em frente na estrada, e se necessário, ande mais duas quadras; mesmo que o frio, a canseira, tente lhe fazer desistir. Siga em frente! Isto só vai ruir se você desistir. Mas você não tem que desistir. Você pode continuar. Você pode!


Você não tem quer dar ouvidos a quem te diz pra desistir. Você não tem que ceder! Não é regra. Não tem que ser assim!


Não é regra se tornar, ter o mesmo, que os da sua casa, que os seus colegas de infância, de escola... Você faz a regra!


Você pode ir contra o vento cortante do peso da hereditariedade. Você pode fazer diferente!


Siga em frente! Vá seguindo! Escolha conseguir. Escolha persistir!


Diante das ofertas de desistência, de um sofá confortável que lhe convida a desistir da igreja, de um programa animado que lhe convida a desistir de orar, de buscar a Deus, de estar em Sua presença e fazer o que Lhe agrada, escolha persistir. Escolha dizer ‘não’ para isto que se faz parecer sua única opção, pois não é. Você pode ter um lindo testemunho amanhã para ajudar a outros, e ser imensamente feliz e realizado na vida, se escolher persistir hoje.


Em nome de Jesus, que amanhã, numa outra realidade, você possa dizer sobre a situação que está enfrentando hoje: - Eu escolhi persistir!


Em nome de Jesus, diga hoje: - Eu escolho persistir!


http://letrassantas.blogspot.com/2009/11/ilustracao-eu-escolhi-persistir.html

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A FÉ VIGOROSA DE UMA CRIANÇA

Em meio a um país que persegue de maneira feroz os que servem a Cristo podemos ver a fé vigorosa de uma criança que não pode ser despresada e sim imitada a todo custo.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Justiça decide manter símbolos religiosos em órgãos públicos


27/8/2009 - 11h39

Símbolos religiosos, como crucifixos e imagens de santos, poderão permanecer nos órgãos públicos. A decisão liminar é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, que negou o
pedido do Ministério Público Federal para a retirada dos símbolos desses locais. A ação civil pública teve início com a representação de Daniel Sottomaior Pereira, que teria se sentido ofendido com a presença de um "crucifixo" em um órgão público. O MPF entendeu que a foto do crucifixo apresentada pelo autor representava desrespeito ao princípio do Estado laico, da liberdade de crença, da isonomia e da imparcialidade do Poder Judiciário. Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição antireligiosa ou anticlerical. "O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos. Ainda conforme a decisão, em um país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, "sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos". A magistrada entendeu ainda que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal. "A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público", completou.

Fonte: UOL

www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Psicóloga pode ser cassada por defender cura para Gays

Autor : Matéria extraída de uma ou mais obras literárias.

Publicado em : Quarta, 15/07/2009

Dra. Rozângela Justino é perseguida no Brasil por declarar que homossexualismo tem cura

* A matéria abaixo é da Folha, mas o CACP editou algumas partes para deixa o artigo mais pragmático para a internet. Também deixamos nossa opinião entre () e demos destaque ao que achamos mais salutar.

Na edição do dia 14, a Folha de São Paulo publica matéria com a evangélica e psicóloga Rozângela Justino. Um jornalista da Folha se consultou com a psicóloga que garante a cura.

Em entrevista Justino diz que o homossexualismo é uma doença e que o Movimento quer implantar em toda a sociedade. “Há um grupo com finalidades políticas e econômicas que quer estabelecer a liberação sexual, inclusive o abuso sexual contra crianças”, diz a psicóloga na entrevista.

O presidente da ABGLT, Toni Reis disse hoje no Panamá que Rozângela Justino incentiva o ódio contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT): “Dizer que o movimento quer estabelecer o abuso sexual contra crianças é criminoso e deve ser entendido como incitação à violência”.

A ABGLT ( que neste caso age como se fosse o DOPS na época da ditadura) estará presente no julgamento de cassação da psicóloga. Diz enfurecido o representante da entidade: “Não admitiremos que ela compare os assassinatos que LGBT sofreram desde a Santa Inquisição e que continuamos sofrendo com o fato de pedirmos justiça contra a forma antiprofissional com que ela atua”, finaliza Reis. A ABGLT estuda formas de processar Justino pelas declarações dada à reportagem da Folha.

Conselho Federal de Psicologia decide no dia 31 se cassa licença de Rozângela Alves Justino. Se o registro for perdido, será a 1ª condenação do tipo no país. (Na opinião do CACP isso será o início de uma nova ditadura – A Ditadura Gay).

Segundo Rozângela, que já foi condenada a censura pública no conselho regional do Rio no final de 2007, "o movimento pró-homossexualismo tem feito alianças com conselhos de psicologia e quer implantar a ditadura gay no país". "É por isso que o conselho de psicologia, numa aliança, porque tem muito ativista gay dentro do conselho de psicologia, criou uma resolução para perseguir profissionais", afirma.

No Rio, Rozângela participa do Movimento Pela Sexualidade Sadia, conhecido como Moses, ligado a igrejas evangélicas (e que faz um belo trabalho recuperando homossexuais a uma vida cristã e nos parâmetros da Bíblia Sagrada).

De um lado, cem entidades gays de todo o país vão levar um manifesto e manifestantes no dia do julgamento de cassação de registro de Rozângela, no próximo dia 31, em Brasília. Do outro, ela diz que vai reunir alguns ex-gays e psicólogos amordaçados para protestar contra a censura que diz sofrer.


"É a Inquisição para héteros", diz terapeuta

FOLHA - Como a sra. vê o homossexualismo?

ROZÂNGELA ALVES JUSTINO - É uma doença. E uma doença que estão querendo implantar em toda sociedade. Há um grupo com finalidades políticas e econômicas que quer estabelecer a liberação sexual, inclusive o abuso sexual contra criança. Esse é o movimento que me persegue e que tem feito alianças com conselhos de psicologia para implantar a ditadura gay.

FOLHA - O que é ditadura gay?

JUSTINO - Há vários projetos no Congresso para cercear o direito de expressão, de pensamento e científico. Eles foram queimados na Santa Inquisição e agora querem criar a Santa Inquisição para heterossexuais.

FOLHA - A que a sra. atribui o comportamento gay?

JUSTINO - À expectativa dos pais, que querem que o filho nasça menino ou menina. Projetam na criança todos os anseios. E daí começam a conduzir a sua criação como se você fosse uma menina. Outra causa mais grave é o abuso sexual na infância e na adolescência. Normalmente o autor do abuso o comete com carinho. Então a criança pode experimentar prazer e acabar se fixando.

FOLHA - Mas nem todos os homossexuais foram abusados na infância.

JUSTINO - A maioria foi.

FOLHA - Como é o seu tratamento?

JUSTINO - É um tratamento normal, psicoterápico. Todas as linhas psicológicas consagradas e vários teóricos declaram que a homossexualidade é um transtorno. A psicanálise a considera como uma perversão a ser tratada. À medida em que a pessoa vai se submetendo às técnicas psicoterápicas, vai compreendendo porque ficou presa àquele tipo de comportamento e vai conseguindo sair. Não há nada de tão misterioso e original na minha prática. Sou uma profissional comum.

Rozângela mostra plena convicção no que defende.

"Com certeza há possibilidade de saída. Nesses 20 anos já vi várias pessoas que deixaram a homossexualidade. Existe um grupo que deixou o comportamento HOMOSSEXUAL. Existem pessoas que, além do comportamento, deixaram a atração HOMOSSEXUAL. E outras até desenvolveram a heterossexualidade e têm filhos."No final da consulta, a recomendação: "A igreja pode ser um espaço terapêutico também" - embora não faça pregação.

Folha


FONTE:

http://www.cacp.org.br/movimentos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=2070&menu=12&submenu=5&emm=2

sexta-feira, 22 de maio de 2009

RESUMO DA SEMANA DA NOVELA

(Os créditos vão para ebeneser.multiply.com)

O resumo da novela "Quatro por Quatro" para a semana de 25 de junho de 1995 tinha as seguintes cenas durante apenas os dias de segunda a quinta-feira:

* Babalu deixa Raí pelado no corredor do hotel. (No começo da novela eles moravam juntos, brigaram e se separaram.)

* Raí recebe proposta para fazer filme pornô.

* Bruno transa com Tati. (Isto é na segunda. Na sexta-feira ela vai se casar com Raí.)
* Raí chama Babalu de vagabunda.

* Quando Du (personagem feminino) diz a Ralado que é virgem, ele diz que não quer nada com ela.

* Gustavo é vaiado no congresso de médicos porque outra médica apresenta sua tese. Ele bate em Bibi.

* Beth flagra Vinícius (seu marido) com outra mulher.

* Danilo se recusa a transar com Du porque ela é virgem.

* Beth vai se divorciar de Vinícius.

* Du pede que Raí lhe tire a virgindade.

* Raí transa com Du. (Isto é na quinta. Sexta-feira ele vai se casar com Tati.)

Uma novela assim, como dizia uma propaganda da época, "Só pode ser da Globo!".

Custa acreditar que o telespectador, assistindo tantas cenas de imoralidade e violência, noite após noite, não seja contaminado e influenciado.

É bom lembrar que este foi o resumo de uma novela de mais de dez anos atrás.

(Levítico 18:02,03; Levítico 20:23; Deuteronômio 18:09; Provérbios 22:24,25; Mateus 23:01,02,03; 3 João 11).